''Me exponho para que nada se imponha dentro de mim''


24 de dezembro de 2009

eterno brilho de uma mente cheia de lembranças...

Contando os dias para o fim do ano...lembrando de tantos dias tristes e dias felizes que fizeram desse ano, um ano verdadeiramente especial...por que será que quando a gente chega no final a gente lembra do começo?...parece que funciona assim...me permiti uma breve retrospectiva..bem merecida já que a Sofia de hoje não é mais a Sofia de antes...alías..ela nunca foi Sofia.
Lembrei de tudo, e foi como se acordasse de uma amnésia...lembrei daqueles que já amei...de todos que odiei. Tudo que proclamei, e até do que difamei...lembrei cada sorriso dado, cada lágrima, cada timidez, cada briga, cada abraço. Lembrei de todos que um dia passaram por aqui... Bons, maus, bonitos, feios, carinhosos, estúpidos. Lembrei cada personalidade que vi...lembrei das duplas, trios, quartetos, quintetos e sextetos...lembrei da escola, da escada, dos bancos, do céu, da universidade, da biblioteca, dos professores, dos surtos, das fugas e dos risos.
Lembrei de construir..foi um ano pra construir...construí amores..amizades..aventuras...alicerces...novos medos...novos apegos...sentimentos antes nunca experimentados...construí sonhos...vividos juntos e separadamente..construí saudades de alguém que hoje não é ninguém...construí ao lado de pessoas que nunca mais vi..mas que ainda lembro..construí prédios de concreto..de tijolos.. que jamais serão destruídos...construí arranha-céus de loucuras e me joguei deles..construí personagens..construí mentiras que com tempo eu mesma acreditei...construí verdades que abriram meus olhos..construí vidas..inclusive a minha...Mas também houve destruição..por que nem tudo são flores...foram destruídos medos..amores...amizades que nunca souberam o significado de "amigo"...até laços de sangue foram desfeitos...por algo tão pequeno como o que agora se tornou..destruídos por nada e por tudo ao mesmo tempo...aprendi a decepção...a ilusão...a enxergar o que antes era brilho e de uma hora pra outra apodreceu...perdi a famosa mania de viver no país das maravilhas e pousei sobre uma realidade claustrofóbica e sufocante que congelou o que antes pulsava dentro do peito.. não senti mais o que é desmanchar de amor e nem sofrer ‘ao ver o rosto..ao tocar-lhe a mão’...os dias foram escuros e nublados...mas aprendi a fazer um sol pra esquentar aqui dentro...aprendi a sorrir sobre lágrimas e dar tempo aos sentimentos...não atropelar os novos que se aproximavam e fechar os olhos pra um novo sabor...
Viajei pelo mundo...descobri vida lá fora...descobri climas e climas...dos mais quentes aos mais frios...descobri amores de inverno..de verão..e que não há distância quando se quer...quando se ama...descobri que universo paralelo não existe e ponto final...esse é seu mundo..sua vida e ela está passando enquanto você decide se chove, se ama, se chora, se quebra uma onda em outra dimensão...que loucura é bom...mas não vai ser tão bom assim quando alguém tiver medo de ficar perto de você..de se aproximar..por não saber o que esperar de você...que amar não é pecado..contanto que você ame alguém de cada vez...que palavras ferem..e eu sei fingir que não doeu muito bem...aprendi com antigos amores que não os quero nunca mais..não ser o que eu já fui um dia...que não trocaria essa vida por nada...que tudo que o vento deixou me faz tão bem que mal cabe dentro de mim...e não quero mexer...que a leveza que paira aqui dentro é resultado de um esforço muito grande de tentar ser feliz com pouco...de ver beleza e paz através das lentes da minha máquina fotográfica...de ver a felicidade através de abraços e beijos...de sentir o verdadeiro amor ao decorar uma casa..cada móvel..cada prato...cada um...cada dois...de soltar as mãos...pra andar sozinho...rumo ao futuro..sem medo do que ele guarda...que esse tempo que passou vai ficar guardado na memória...tatuado na pele... que ser saudosista tem suas desvantagens...que eu aprendi a não ter medo de mudar..de inventar...que ainda falta muito...mas o ano ta só começando...de cara nova...tudo novo....ou não...muito ainda é antigo...muito ainda existe...e é lembrado pra eternizar e virar história..pra contar...pra aprender...pra construir...pra não repetir os erros..pra dar vida a vida.

(Lembranças desta escritora que ainda atende por monstrinho adorável..ainda não se livrou..mas ela já acredita que a morte só vale a pena se for de amor....)

14 de dezembro de 2009

e o vento levou...

'O que diz este vento, que de leve brisa ondulante e indecisa, tem a repentina capacidade de se transformar em sorvedouro furacão e de espargir mágoas e recriminações?' Como um sopro silencioso este companheiro e contrario a si mesmo, tempo, que impera e da vida a própria vida, interfere e age de forma pouco convencional... que não deixa por vezes de ser bastante repetitivo...mas sempre clareia o que antes era tão escuro...coisas as vezes acontecem e nós tolos e 'donos' da verdade nos colocamos contra e lançamos ao chão a esperança de entender..cegos e vendados para entender qualquer coisa..que se o tempo foi tão cruel e injusto...não vale a pena lutar...contra quem?..Tamanha ignorância... só resta lançar nas profundezas do oceano o que antes era vida e de uma hora pra outra tornou-se pó...pra que fiquem ali nossos melhores dias...que se afoguem junto com o que tiver que ser e a esperança de um dia rever esses tempos em que tudo era nada...e depois nada, era nada mesmo.Por que uma estória pode se repetir em outro lugar...e ter um final feliz...mas em que plano mesmo você vive?...'O que valerão esses sussurros e essa rosa-dos-ventos à nossa forma surrealistamente reinventada que procura protagonismo?’... no que tudo é felicidade e se for que graça tem?...sofrer faz parte de viver..a gente aprende mais no sofrimento do que na alegria..e essa é minha filosofia,não contestável...e se existem certas coisas que o tempo leva...ficaram ali soltas pra que ele levasse mesmo...em uma tempestade só sobrevive quem está seguro e quem se agarra forte pra não se perder...talvez esses que ficaram estejam ali por merecimento...por que se fizeram presentes e sobreviveram a tempestade...por isso o valor...o enorme valor...Stephen King escreveu: ‘O tempo leva tudo. O que você quer e o que não. O tempo leva tudo. O tempo arrasa tudo. E, no final, só resta a escuridão. Às vezes, encontramos outros nessa escuridão. E outras vezes, perdemos eles de novo’..talvez ele não seja tão radical e leve tudo...mas que leve o que simplesmente precise ser levado...o vento traz...o vento leva...e ás vezes num curto espaço de tempo!
Tal como a vida...tal como tempo...


(nos meus poucos minutos de razão...escrevi pra ser escrito e não ser entendido...)

10 de dezembro de 2009

minutos de razão..eternidades de loucuras (parte 2)


(um monólogo de quem já foi par)
Ainda falando do que nem se conhece... continuo perpetuando a idéia de um universo paralelo e que se fala pouco do que se sente ou até mesmo nem se fala...acreditando que a maioria das idéias abandonadas se enchem de covardia e se dissolvem por falta de vontade de transformá-las em realidade...e assim entrega-se a fatídica vidinha de eterna espera que aconteçam coisas novas e no fim e por fim...nada...nem nada." fiquei ali parada vendo a vida virando do avesso e mal pude olhar para o chão e juntar os caquinhos...um desespero avassalador se proliferou no peito rasgado e ainda dói um pouco ao lembrar..parece até que as lembranças ficam no tempo carregadas de uma dor incontrolável como um alerta para: ‘deixe de pensar e vá fazer alguma coisa’...deitar a cabeça no travesseiro parece até uma tortura toda noite...desejo absurdamente um lugar pra fugir de tudo o que tanto atormenta...mas sou forte..ou me faço..o que é mais fácil de fingir?o interesse?a satisfação ou a indiferença?...volta toda a idéia de que na verdade o seu melhor chega a ser o seu pior...uma facilidade enorme de disfarçar tamanho buraco no peito...e a vida segue seu rumo com os mesmos planos as mesmas idéias e a incrível fortaleza que se fez ao redor do recém-colado coração partido...ao som de fundo uma baladinha que entorpece e afoga tudo em uma simples frase..."tudo que vai deixa o gosto..as fotos...fica a memória..."como que tomada por uma invasão absoluta de inferno e céu...uma falta de ar...um sopro ao pé do ouvido...um minuto de razão volta a trás e em frente a mesa cheia de papéis e fotos que ainda precisam ser reveladas e revisadas...levantei..lavei o rosto..me olhei no espelho...maldito espelho...nem um perfume...sequer um batom passa pela cabeça...as fotos, a bolsa e...e estática olhando para o chão...vi ele...senti seu cheiro...ouvi seu barulho....as suas risadas tão fáceis...sua forma única de entrar pela sala e me abraçar pelas costas...lembrei do quão difícil era ficar longe...levava sempre uma camisa impregnada com o cheiro dele para dormir a noite e hoje nem vejo mais a escova de dentes ao lado da minha...lembrei e perdi ali ...diante daquela mancha no tapete abóbora.Como num truque de mágica ouvi um ruído...chaves balançando e abrindo a porta...
-Oi... que susto...
Sem acreditar no que meus olhos viam... era ele..ali parado na porta olhando pra mim...responde!
-O que você faz aqui?
-A pasta com os contratos...
Meu Deus.. que pasta?que contratos?..ele ali de novo na minha frente..senti uma súbita vontade de correr e pular em seu pescoço...de beijá-lo e abraçá-lo como antes...semanas atrás...mas pensei..e se ele já tiver alguém?..Senti nojo...nojo de saber que aqueles braços que tanto me abraçaram, que aquela boca que tanto me beijou...que os mesmos carinhos que eram só meus podiam agora ser de outro alguém...morri de inveja desse alguém...morri de ciúme dele...quis matá-lo...quis odiá-lo e o máximo que fiz foi...
-Coloquei suas coisas em uma mala no armário...(prendi você lá pra que não fugisse..)
-Obrigada..vou buscar.
-Não!eu pego...(pra que ele soubesse que não era mais bem vindo ao 'nosso quarto'...)
Trouxe a mala carregada de lembranças dele e a joguei em cima do tapete abóbora... como um saco de lixo,virei as costas e peguei na mesa as fotos, com ar de indiferença...(vá embora)pensei...(não volte pelo amor de Deus).. ele olhou pra ela de cima a baixo passeou pelas pernas... bunda..costa...pescoço.. ainda usava a corrente que ele havia lhe dado e parou no cabelo preso com um elástico amarelo...sentiu saudade do cheiro do cabelo..virou-se e..
-Ei...
-Sim?
-Devolva as chaves por favor!..Tentei impedir uma lágrima e tive sucesso...vi ele tirar as chaves do bolso e jogar no sofá...bater a porta não foi o pior...o pior foi sentir mais do que nunca a presença dele aqui..em mim..seu cheiro..seu gosto...seu calor...sua música...seu amor.

(delírios de uma escritora monstrinha..que acredita que diferente ou não..tudo é vida..)

8 de dezembro de 2009

minutos de razão..eternidades de loucuras...

...e lá se vai mais uma idéia besta pra escrever o que nem precisa ser dito...sim,sim...um salto pro futuro e vamos falar do que realmente importa...cansei de ser boazinha e ser a parte frágil de tudo...cansei dos babados e das saias no joelho, cansei de me comportar a mesa e de usar sempre o mesmo dialeto, cansei de fazer parte do mesmo grupo e de escrever palavras repetidas...queria realmente não ter escrito isso...na verdade mudei as palavras pra não escrever o que realmente ia sair...por que simplesmente não da pra decifrar..só a cabeça entende...nem ela entende...mas lá se vão os minutos soberanos de razão...o que de concreto está aqui..."é que uma hora essa porta vai se fechar...e eu vou ficar aqui ouvindo o som do meu coração cair ao chão se quebrando em mil pedacinhos e não vou poder fazer nada para impedir isso...vou ouvir meu próprio lamento e o meu desespero ao jorga-me ao chão e pedir a terra que pare de girar por que simplesmente preciso descer...deixei acontecer...permiti que acontecesse e quase quis o tal final...acostumei com os olhares..com o inebriante cheiro e o mais que delicioso café na cama...ouvi o barulho do teu carro na minha porta e engolir o seco só de me lembrar...que não vai haver o dia seguinte em que me conformava com a raiva pra te perdoar ao amanhecer com meus beijos...queria de novo rever como em flashback os nossos melhores dias, em que eu fingia que te amava tentando não evidenciar o quanto te amava...as horas de espera do lado de fora pra te ver, por que eu precisava de tão pouco...só te ver..nem te tocar...nem te sentir...só te ver...ver teu sorriso ao atravessar a rua e meu alívio absoluto de saber que aquela direção levava até aqui onde eu estou...te olhar trabalhando e sujando de tinta todo meu tapete abobora e nem ligar por que o que eu mais queria era tua marca...a tua eterna presença aqui...e brigar e gritar e você simplesmente fazer de conta que não é com você me deixando louca de vontade de te matar...depois ver você me abraçando só pra desmanchar minha raiva num sorvete derretido...sentir saudade do teu ronco que era o som mais delicioso de ouvir...das tuas piadas sem graça adaptadas ao contexto mais besta mas que me fazia rir descontroladamente...e agora aqui sozinha,parada,ainda com pijama listrado, descalça sob o tapete abobora e tua blusa nas mãos, olhando fixamente pra porta te vejo indo embora...e o orgulho idiota prende meus pés no chão e cala a minha voz pra te deixar ir e levar metade de mim...metade do que eu fui e não sou mais...mas que leve...não quero mais nada que te lembre...nem vou mais me olhar no espelho...vou sorrir no futuro quando te encontrar e assistir aquele cortante silêncio de não saber o que dizer um pro outro...vou lembrar de tudo que devia ter dito e vou ficar calada...e mais uma vez a minha única lembrança vai ser fechar os olhos, ouvir o motor do teu carro e saber que é você indo embora."

(...delírios de amores dessa escritora torta e apaixonada por contos sem fadas...as aspas foram pra dar idéia de estória roubada...)

7 de dezembro de 2009

escrevo por desesperadamente querer falar...




...enfim, começando pelo final vou tentando colocar pra fora o que raríssimas vezes só sai aqui por um blog postado... não é nenhuma obra de Shakeaspere ou uma tela de Rafael, mas fala por mim assim como falava por eles...mas sei que a característica marcante não é visível aos olhos nus, é meio que transformada ou até mesmo traduzida para uma linguagem compreendida...rezando pra que a maioria que letra por ai ou deleita-se por aqui, "sugue" um pouco do que foi espremido e tire proveito por uns instantes das minhocas alheias...sim, por que escrever liberta...eu preciso escrever tanto quanto beber água e comer...(não necessariamente nesta mesma ordem!)...preciso liberar descomedidamente as turbulentas letras baralhadas nessa cabeça pensante...escrever sobre tudo..ou nada...falar do que faz bem, do faz mal, do que faz feliz, do que entristece...só pra pensar outra vez...pra imaginar e sonhar, fazer parte do sonho...realizar e viver...viver intensamente, dar importância ao que se vive..viver dói...mas ensina e quem for esperto aprende...diante dessas linhas nada comuns vou deixando pra lá o começo, o meio ou o fim dessa conversa leviana por que de alguma forma o que tinha pra ser dito..calou.

"Metade dos nossos erros na vida nascem do fato de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir."

3 de dezembro de 2009

universo paralelo...

( em outro universo eu teria tirado essa foto)
..."damos um salto no escuro e mesmo contra toda lógica e toda probabilidade nos tocamos”... uma pitada a La Grey para começar o que nem sei, lembrei de ter anotado em alguma folha de papel e penso ter esquecido de propósito...mas aqui não importa quando e nem pra onde se vai...só o que pensei é que...como algo pode ser tão contraditório e fazer tanto sentido? (como um dejavu sinto já ter me perguntado isso antes, mas enquanto não acho uma resposta satisfatória...) a cada um fazer seu cenário é terapia, é viver seu universo que pode ou não ser igual ou diferente, que pode ou não esbarrar no universo de outro alguém e então ser paralelamente perfeito... será que alguém em algum lugar pode estar pensando exatamente no que eu estou pensando e escrevendo assim como eu a vista de um sanduíche não tão atraente de banana com canela?...alguma teoria deve explicar isso...mas e se fosse verdade...dava um jeito de inventar uma mesmo que não existisse, por que pra mim de uma hora pra outra começou a fazer todo o sentido...( certo, que muito do que eu escrevo aqui pode não fazer sentido pra quem lê..mas aqui eu despejo minhas loucas idéias que como o nome já diz as vezes não fazem o menor sentido...)pensar e não dizer e desejar só num pedacinho dentro da gente o que grita tão desesperadamente aos nossos olhos, assim como se vivesse só na nossa estória,personagem da nossa ficção e herói dos nossos apuros e assim morresse ali nela mesmo...que pode ter existido só pra gente, mas existiu e ninguém vai mudar isso...e entregar como por uma letra derramada de melancolia o que não importa desenhar só sentir ao fechar os olhos e deixar que ela fique e que ela fique pra sempre( por favor,pra quem não sabe implorar...) ...'eu sei que vou te amar'...a trilha pode não ser uma das melhores...mas e dai?nem falei de trilha mesmo...por um momento me deixei ver o escuro...mesmo com o medo tomando conta de mim...dei a ele uma chance...e entendi que não há o que temer se você acreditar que não esta só..e mesmo que esteja sua imaginação não lhe abandona e que a companhia as vezes pode não se vê, mas se sente...sente que o mesmo universo em que você pensa ser só seu de uma hora pra outra abre as portas e lhe apresenta o sol.

23 de novembro de 2009

Simplesmente Johnny!


...antes tarde que mais tarde, sim..agora que consegui assistir e posso dizer que quem esperava por um Jack Sparrow a La Poderoso Chefão ficou chupando dedo...Johnny Depp nem da uma única menção de que um dia interpretou um pirata parafuso solto...rouba todas as cenas do filme ao ponto de nos fazer ansiosamente esperar que ele surja de qualquer lugar para nos encantar com sua atuação simplesmente Johnny!Posso ficar aqui soltando fogos e bombinhas como fã incondicional de seu trabalho e ainda dizer que nunca vi alguém com tanta facilidade de se adaptar e construir um sucesso sem nem precisar mostrar todos os dentes... como Depp...mas deixa pra lá...então lá vai o que posso dizer de "Inimigos Públicos"...real na medida certa,por que todo filme tem que ter uma gota de ficção...

"Johnny Depp e Marion Cotillard (vencedora de um oscar)destacam-se à frente de um vasto elenco, pelas suas representações apaixonadas e “realistícas”. Em destaque também no papel de herói (ou será anti-herói?) Christian Bale, que interpreta o agente Purvis, o primeiro responsável do FBI de Chicago.


Ninguém conseguia parar Dillinger e a sua gang. Nenhuma prisão o conseguia deter. As suas encantadoras e audazes fugas fazem com que o povo se apaixone por ele numa época em que os americanos que não tinham qualquer simpatia pelos bancos que tinham feito cair o país numa depressão. Mas enquanto as aventuras da gang de Dillinger, incluindo posteriormente o sociopata Baby Face Nelson e Alvin Karpis, maravilhavam tudo e todos, o Presidente Hoover tinha intenção de capturar Dillinger de forma a elevar o seu Centro de Investigação à condição de policia nacional. Tornando Dillinger “Inimigo Público Número Um” atribui a Purvis, um impetuoso agente conhecido como “Clark Gable do FBI”, a missão de capturar o mais famoso gangster da América. Contudo, Dillinger e a sua gang conspiravam e venciam Purvis em perseguições e tiroteios selvagens. Só depois de chamar uma equipe dos agora intitulados agentes do ocidente da América e orquestrando traições épicas – da vergonhosa “Mulher de Vermelho” ao chefe do crime de Chicago Frank Nitti, é que Purvis, o FBI e a sua nova equipe de pistoleiros serão capazes de se aproximar de Dillinger."